";This book deals with epiphenomenalism, which has to do with consciousness as a mere accessory of physiological processes whose presence or absence... makes no difference... whatever are you doing?";
Aphra Benn: Hello
Cervantes: Donkey
Daniel Defoe: To christen the day!
Samuel Richardson: Hello
Henry Fielding: Tittle-tattle Tittle-tattle...
Lawrence Sterne: Hello
Mary Wolstencraft: Vindicated!
Jane Austen: Here I am!
Sir Walter Scott: We're all doomed!
Leo Tolstoy: Yes!
Honoré de Balzac: Oui...
Edgar Allen Poe: Aaaarrrggghhhh!
Charlotte Brontë: Hello...
Emily Brontë: Hello...
Anne Brontë: Hellooo..?
Nikolai Gogol: Vas chi
Gustav Flaubert: Oui
William Makepeace Thackeray: Call me 'William Makepeace Thackeray'
Nathaniel Hawthorne: The letter 'A'
Herman Melville: Ahoy there!
Charles Dickens: London is so beautiful this time of year...
Anthony Trollope: good-good-good-good evening!
Fyodor Dostoevsky: Here come the sleepers...
Mark Twain: I can't even spell 'Mississippi'!
George Eliot: George reads German
Emile Zola: J'accuse
Henry James: Howdy Miss Wharton!
Thomas Hardy: Ooo-arrr!
Joseph Conrad: I'm a bloody boring writer...
Katherine Mansfield: [cough cough]
Edith Wharton: Well hello, Mr James!
DH Lawrence: Never heard of it
EM Forster: Never heard of it!
Happy the man, and happy he alone who in all honesty can call today his own;
He who has life and strength enough to say 'Yesterday's dead & gone - I want to live today'
James Joyce: Hello there!
Virginia Woolf: I'm losing my mind!
Marcel Proust: Je me'en souviens plus
F Scott Fitzgerald: baa bababa baa
Ernest Hemingway: I forgot the....
Hermann Hesse: Oh es ist alle so häßlich
Evelyn Waugh: Whoooaarr!
William Faulkner: Tu connait William Faulkner?
Anaïs Nin: The strand of pearls
Ford Maddox Ford: Any colour, as long as it's black!
Jean-Paul Sartre: Let's go to the dome, Simone!
Simone de Beauvoir: C'est exact present
Albert Camus: The beach... the beach
Franz Kafka: WHAT DO YOU WANT FROM ME?!
Thomas Mann: Mam
Graham Greene: Call me 'pinky', lovely
Jack Kerouac: Me car's broken down...
William S Burroughs: Wowwww!
Happy the man, and happy he alone who in all honesty can call today his own;
He who has life and strength enough to say 'Yesterday's dead & gone - I want to live today'
Kingsley Amis: [cough]
Doris Lessing: I hate men!
Vladimir Nabokov: Hello, little girl...
William Golding: Achtung Busby!
JG Ballard: Instrument binnacle
Richard Brautigan: How are you doing?
Milan Kundera: I don't do interviews
Ivy Compton Burnett: Hello...
Paul Theroux: Have a nice day!
G¨¹nter Grass: I've found snails!
Gore Vidal: Oh, it makes me mad!
John Updike: Run rabbit, run rabbit, run, run, run...
Kazuro Ishiguro: Ah so, old chap!
Malcolm Bradbury: stroke John Steinbeck, stroke JD Salinger
Iain Banks: Too orangey for crows!
AS Byatt: Nine tenths of the law, you know...
Martin Amis: [burp]
Brett Easton Ellis: Aaaaarrrggghhh!
Umberto Eco: I don't understand this either...
Gabriel Garcia Marquez: Mi casa es su casa
Roddy Doyle: ha ha ha!
Salman Rushdie: Names will live forever...
The Divine Comedy
O Instituto Português da Juventude, (Delegações Regionais de Aveiro e Setúbal) convidam:
Desafia o teu olhar! Descobre a tua cidade
| Com o tema "Juventude - Por uma sociedade inclusiva" o Intercâmbio propõe a descoberta do meio envolvente, a denuncia dos problemas que detectamos à nossa volta, mas também evidenciar os casos em que a sociedade supera os seus erros e se corrige a si própria.
Mostra a tua visão usando a linguagem fotográfica como forma de fazer passar a tua mensagem. Consulta e descarrega aqui o Regulamento
| ![]() |
Mas foi só exteriormente e de um ponto de vista político que se evitou o descalabro radical naqueles primeiros anos do pós-guerra; a nível interno teve lugar uma revolução de grandes proporções — juntamente com os exércitos, algo mais tinha sido derrotado: a crença na infalibilidade das autoridades, crença essa na qual a nossa própria juventude tinha sido educada em espírito de excessiva submissão. Mas teria sido possível aos alemães continuarem a admirar o seu imperador que jurara lutar «até ao último sopro de homem e montada» e que, a coberto da noite e do nevoeiro, se escapulira para o outro lado da fronteira, ou os comandantes dos exércitos, os políticos ou os poetas que incessantemente tinham rimado Kríeg (guerra) com Sieg (vitória) e Not (necessidade) com Toa (morte)? O horror só agora se manifestava, agora que o fumo da pólvora se tinha dissipado sobre o país, agora que se tornava evidente a devastação causada pela guerra. Como poderia ainda ser considerado sagrado um mandamento moral que, ao longo de quatro anos, autorizara morticínios e pilhagens sob o epíteto de heroísmo e de requisição? Como havia um povo de acreditar nas promessas do Estado que se esquivara a todas as obrigações incómodas que tinha perante os cidadãos? E agora eram essas mesmas pessoas, essa mesma clique de velhos, daqueles a quem apelidavam de experientes, que conseguiam ainda ultrapassar a loucura da guerra com a sua paz mal amanhada. Hoje todos sabem — e alguns de nós, poucos, já o sabiam antes — que aquela paz tinha sido uma oportunidade, senão mesmo a maior oportunidade moral da história. Wilson reconhecera-o. Numa visão de grande alcance, tinha esboçado um plano para uma reconciliação verdadeira e duradoura em todo o mundo Mas os velhos generais, os velhos homens de Estado, os velhos interesses, tinham rasgado o grande projecto, reduzindo-o a pedaços de papel sem valor. A grande, a sagrada promessa feita a milhões de pessoas, de que aquela guerra seria a última, essa promessa, à qual os soldados, já meio desiludidos, meio desesperados e extenuados, ainda tinham ido buscar a sua derradeira energia, foi cinicamente sacrificada aos interesses dos fabricantes de armamento e à paixão do jogo alimentada pelos políticos que souberam pôr triunfalmente a salvo, contra a exigência sábia e humana de Wilson, a sua desastrosa táctica de acordos secretos e de conversações à porta fechada. Desde que tivesse os olhos bem abertos, todo o mundo via que tinha sido enganado.
Stefan Zweig in O Mundo de Ontem, Recordações de um Europeu
tradução de Gabriela Fragoso
© Assírio & Alvim
É muito perturbador o facto do regime totalitário, mal-grado o seu carácter evidentemente criminoso, contar com o apoio das massas. Embora muitos especialistas se neguem a aceitar esta situação, preferindo ver nela o resultado da força da máquina de propaganda e de lavagem ao cérebro, a publicação em 1965 dos relatórios originalmente sigilosos das pesquisas da opinião pública alemã dos anos 1939-1944, realizadas então pelos serviços secretos das SS (Meldungen aus dem Reich Auswahl aus den Geheimen Lageberichten des Sicherheitsdientes der S.S. 1939-1945 [Relatórios do Reich. Selecção de Relatórios Sigilosos Recolhidos pelo Serviço da Segurança das SS], Neuwied & Berlin, 1965), demonstra que a população alemã estava notavelmente bem informada sobre o que acontecia com os judeus ou sobre a preparação do ataque contra a URSS, sem que com isso se reduzisse o apoio dado ao regime.
Hannah Arendt in As Origens do Totalitarismo
prefácio à III parte - O Totalitarismo (nota de rodapé)
© Dom Quixote
tradução de Roberto Raposo
El [padre de Victoria] fue el primero de la Sociedad de la Noche del Iris Negro en diseñar los límites de su existencia y también decidir que ya tenía bastante de este mundo. Precisamente él, que a todos nos calmaba cuando empezaba a rondarnos la idea de quitarnos la vida. «No tengáis prisa», solía decirnos, «sin la posibilidad del suicidio ya me habría matado hace mucho tiempo. El suicidio es un acto afirmativo, lo podéis hacer cuando queráis, qué prisa tenéis? Calmaos. Lo que hace soportable la vida es la idea de que podemos elegir cuándo escapar.» Y sin embargo tuvo que ser él precisamente el primero a cansarse de este mundo. In día, nos llamó a todos y nos comunicó que ya tenía bastante con lo que había vivido y que deseaba poner punto final a todo en compañía de sus amigos.
- Pero no me parece que hiciera honor a la regla más elemental de la Socied - he dicho.
- A qué te refieres?
- Pues a que saltar al vacío no es un acto excesivamente sereno.
- Lo es - Catón se ha mostrado tajante -. O al menos en su caso lo fue. Eligió el salto desde el campanario porque dijo que contenía una especie de rebelión hacia nuestra condición humana, tan privada de la posibilidad del vuelo. Dijo que era un acto maravilloso arrojarse al vacío porque tendía al espacio, a las grandes dimensiones, al horizonte. Una noble forma de muerte que podía practicarse con toda serenidad después de una reflexiva velada con los amigos. Eso dijo.
Enrique Vila-Matas in Suicidios Ejemplares
© Editorial Anagrama
Si de algo él siempre había pecado era de un excesivo, casi brutal, dramatismo, siempre provocado por su incorregible tendencia a la desmesura. En todo exageraba. En su profunda aflicción, por ejemplo, por España, a la que veía hundida eternamente por nuestra congénita incompetencia en todo. Se avergonzaba tanto, por ejemplo, de nuestro pasado político que a veces, llevado por su exageración sin límites, había llegado a sentirse el responsable único de todos los desmanes de nuestra historia, lo que le llevaba a convertirse, claro está, en el ser más apesadumbrado de la tierra. Su bisabuelo, abuelo y padre habían sido diplomáticos o militares, pero eso no justificaba lo desmesurado de su actitud en esas ocasiones. Fernando era uno de esos tristes que de tarde en tarde se sienten de pronto responsables de nuestro nefasto pasado. Y, claro está, se hunden como nadie.
Enrique Vila-Matas in Suicidios Ejemplares
© Editorial Anagrama
- Creo que deberíamos irnos - ha sugerido Catón mientras Victoria arrojaba un ramo de rosas sobre la destartalada lápida. Hemos tomado camino de la salida. Y una vez ya fuera de recinto, nos ha parecido ver una solitaria tumba junto a un ciprés no menos solitario. Una sepultura extramuros.
- Y aquella tumba? - hemos preguntado.
- Allí descansa Eceiza, el ateo del pueblo - se ha apresurado a decir Cáton -. El cura se negó a enterrarlo en camposanto, y ahí lo tenéis, feliz en la libertad del campo abierto.
Enrique Vila-Matas in Suicidios Ejemplares
© Editorial Anagrama
-¿Que hay_para cenar? —preguntó un exigente Bernd desde el sofá.
—La muerte - dijo ella -. La muerte, únicamente.
Lo dijo tan bajo, desde la soledad de su cocina, que ellos no alcanzaron a oírla, así como tampoco podían escuchar cómo en aquel momento era degollada una gallina. Y si no les era posible oírlo era porque esa gallina era su propia madre, que se imaginaba a sí misma de esa forma, degollada viva, y lo hacía para pensar en algo que la distrajera y la apartara de una peligrosa tentación que se le acababa de presentar en forma de nueva oportunidad para quitarse la vida. Abrir el gas y meter la cabeza en el horno. Una muerte horrible, se decía a sí misma mientras pensaba que lo peor de todo era que, si finalmente se decidía a inmolar su cabeza con el pelo estropajo incluido, sus hijos probablemente tardarían en darse cuenta. Seguirían allí en el salón discutiendo como cada día, por su ridicula parcela de poder en el sofá. Imbéciles. Desgraciados. Sólo cuando todo se hubiera consumado encontrarían ellos una cabeza de madre bien asada en lugar del lechón. Una muerte horrible, pensaba Rosa Schwarzer mientras trataba de apartar sin conseguirlo ' aquella tremenda tentación.
Le salvó la violenta llegada del marido. Su inconfundible manera de entrar en la casa -el fuerte portazo y la tos aquella de fumador empedernido— disolvió la feroz tentación del horno, porque de pronto cobró para ella mayor interés tomar un tarro de mermelada y estrellarlo en la cara del marido infiel. Una venganza por lo de la vecina y, sobre todo, por tantos años de indiferencia y constante humillación. Merecía la pena dejar a un lado la idea del horno y gozar fugazmente de la expresión de horror y sorpresa de su marido cuando, por primera vez en treinta años, la viera rebelarse contra la sofocante violencia de su gran indiferencia. Pero antes de arrojarle el tarro, se dijo que apagaría las luces de la casa y los aterraría a los tres. No por el apagón sino porque con su voz ronca de gaviota chillaría en la oscuridad su nombre. Y así lo hizo, aunque finalmente no apagó las luces y se limitó al grito:
—Rosaaaaaa Schwaaaaaarzer.
Bajaron incrédulos el volumen del televisor, y entonces volvió a oírse el nombre, pero esta vez pronunciado en forma de eco veloz y muy sincopado, casi sofocado, como si estuviera en pleno ataque de hipo. Cuando todo pasó, se la oyó a ella respirar profundamente, con gran alivio y felicidad.
—Pero ¿te has vuelto loca, mamá Rosa? —intervino el marido sujetándola violentamente por el brazo-. ¿Qué te sucede?
Una excelente oportunidad para morir, pensó ella. Esta ocasión sí que no voy a dejar pasarla, le sacaré de quicio, lo cual es fácil, y estoy segura de que me dirá que me va a matar, y entonces forzaré las cosas para que me mate de verdad.
-Bonita manera de preparar la cena -le dijo el marido-. Pero ¿puede saberse qué te pasa?
Respondió arrojándole el tarro de mermelada a la cara, pero no dio en el blanco, y el tarro fue a estrellarse contra el reloj de la cocina, que dejó de funcionar en el acto, lo que a Rosa Schwarzer la dejó muy satisfecha, pues pensó que al menos en la cocina el tiempo ya se había detenido y que con un poco de suerte se detendría para siempre si, como esperaba, el marido se decidía a matarla. Y el marido parecía tener esa intención, pues tenía la mano en alto y la amenazaba deciéndole precisamente que iba a matarla. Había que procurar que esta vez la frase no quedara, como de costumbre, en agua de borrajas. No podía ella dejar pasar aquella ocasión inmejorable, aquella inigualable oportunidad —quién lo iba a decir, la sexta en un solo día— de alcanzar la muerte.
Enrique Vila-Matas in Suicidios Ejemplares
© Editorial Anagrama
O Clube de Fotografia de Setúbal está a colaborar com os nossos amigos da União Praiense na organização do "nosso" 1º Concurso de Fotografia :)
Até dia 01 de Abril, aguardamos pelas vossas fotos!!

Podem fazer o download do regulamento aqui: REGULAMENTO
links:
Clube de Fotografia de Setúbal
União Praiense