Eis ainda porque se pôde falar em pessimismo a propósito do pensamento existencialista: abandonado no mundo, desapoiado de Valores, tendo de construí-los e de assumi-los, o homem existencialista pôde ser julgado um pessimista, quando para Sartre a liberdade total confere-lhe a possibilidade de reagir sempre, de se inventar todos os caminhos, de recusar todos os limites, excepto os da impossibilidade de facto - confere-lhe, em suma, o direito ao optimismo.
Vergílio Ferreira
Prefácio/Ensaio para "O Existencialismo é um Humanismo", de Jean-Paul Sartre
Absolutamente fabuloso, esse trexo do velho Vergilio.
Dito por: Helena no dia 18 de julho 2004, às 15h33esta era boa para uma certa conversa que tu sabes...
Dito por: margarete no dia 18 de julho 2004, às 17h11oh se era!
foi essa conversa que me fez vir a correr deixá-lo aqui. acho que vou imprimir e andar com ela na carteira, just in case ;P
é fabuloso, sim Helena :)
Dito por: dolphin.s no dia 18 de julho 2004, às 20h45bem me parecia...
fazes bem!
estilo as tirinhas da mafalda que trago na carteira :P
Dito por: margarete no dia 18 de julho 2004, às 22h36
Belo, belo !
O pessimismo como optimismo.
Nem mais.
Revejo-te nessas linhas, d. ;)
Dito por: Paulo Neves da Silva no dia 18 de julho 2004, às 23h14não é o pessimismo como optimismo. é ser-se avaliado como pessimista pelos outros ;)
Dito por: dolphin.s no dia 19 de julho 2004, às 10h08