A autenticidade exige que se aceite sofrer, por fidelidade a si próprio, por fidelidade ao mundo. Porque nós somos livres-para-sofrer e livres-para-não-sofrer. Somos responsáveis pela forma e pela intensidade dos nossos sofrimentos. É muito fácil perder a cabeça, muito fácil também ser estóico. Mas nestes últimos tempos sinto que é quase impossível aguentar a autenticidade. Compreendo agora o discurso de um personagem de Stevenson que afirma ser um especialista do medo, porque o medo é a emoção mais intensa, mais intensa do que o amor. Melhor seria dizer: a mais autêntica.
Jean Paul Sartre, in Cadernos de Guerra
Autenticidade tem varios angulos....
Ha uma grande confusão a cerca de ser autentico...
O que quero expor é que autenticidade nao diz respeito a falta de flexibilidade...
As pessoas tem se tornado muito inflexiveis, menos maleaveis, perdoam menos... por acreditarem ser autenticos....
Se isso é ser infiel a si proprio, prefiro mesmo nao ser autentica!
Acho que as pessoas têm mais medo de ser flexiveis do que de ser autenticas.
pim
Dito por: kay no dia 13 de fevereiro 2004, às 12h248}
hehe, meu paquidermezinho, estive mm mm para te enviar umas ideias que recebi para amanhã, mas ódespois alembrei-me que tu tens imaginação!
;}
Dito por: margarete no dia 13 de fevereiro 2004, às 12h28gosto destas cenas, saber que há 4 min estavas aí...
8}
os outros tb podiam vir para brincarmos um cadito antes do almoço, nera?
Dito por: margarete no dia 13 de fevereiro 2004, às 12h29"É muito fácil perder a cabeça, muito fácil também ser estóico."
não sei se concordo com essa facilidade.
ser estóico não é nada fácil, exige uma auto-disciplina mental extrema. quem poderá ser estóico perante, por exemplo, uma doença grave, uma dor física acentuada, um terramoto, uma inundação, ou uma vida esventrada por alguma guerra? e, ainda assim, é o Homem livre-para-não-sofrer? nessas situações poderá escolher não sofrer mas duvido que possa realizar essa escolha (a não ser que a situação e o sofrimento sejam tão recorrentes que, de algum modo, as pessoas as tenham banalizado ou criado uma couraça duríssima!). e não se torna perverso este "ser livre"-para-sofrer-ou-não-sofrer?
a autenticidade... se perdemos a cabeça, revelamos o nosso lado mais emocional, explosivo, desesperado, destrutivo, etc; se nos contemos, revelamos a nossa capacidade de o fazer;
nos dois casos, revelamos alguma coisa nossa, autêntica portanto
agora, embora parcelar.um só gesto não revela a autenticidade plena de ninguém, claro, porque a autenticidade, tal como a verdade, reside no todo.
bolas margem, até li isto a correr...
8} mm inspirada
só isto...
aprendemos a relativizar verdadeiramente, isso acontece, é possível, e sem criar uma couraça duríssima
conheço pessoas que passam por muito, são sobreviventes, conseguem sorrir num dia de sol, às vezes rir e são doces, não são coraças duras
acontece, quando a vida acontece, o ser humano no seu melhor
acontece
8}
bom fds!
(ah... vê lá se o sapo se portou bem desta vez...)
*
e outro * para todos
8}
Dito por: margarete no dia 13 de fevereiro 2004, às 14h30qto á autenticidade... plena mente de acordo
Dito por: margarete no dia 13 de fevereiro 2004, às 14h31Amigo:
Convido-o para visitar o meu NO SILENCIO DA NOITE.
www.nosilenciodanoite.blig.ig.com.br
Aguardo comentários!
Tudo de bom
Antonio Jr
Eu atravesso constantemente uma crise de autenticidade... muitas vezes não sei se estou a ser autêntico ou não, quer para mim quer para os outros.
Se fosse assim tão fácil, saber-se quando se está a ser realmente autêntico!
Dito por: Paulo Silva no dia 17 de fevereiro 2004, às 11h52acho que no fundo sentimos sempre quando estamos a ser autênticos.... nem sempre temos é coragem e/ou vontade de olhar para dentro de nós e tentar perceber se estamos a tentar enganar-nos a nós ou aos outros.
o subconsciente é um cantinho muito seguro para nos esconder-mos de nós mesmos ;)
Dito por: dolphin.s no dia 17 de fevereiro 2004, às 11h59