Nunca perdoarei a Sartre o prefácio que escreveu ao "Estrangeiro", de Camus, muito melhor escritor do que ele. Mas, poderosamente dialéctico, Sartre aborreceu-o; basta ler os últimos parágrafos. Mas também não perdoo a Albert Camus não ter dado o seu nome para um abaixo-assinado em que se pedia a comutação da pena de Jean Genet, um dos bons dramaturgos do século.
Em que ficamos?
Vou tocando gaita-de-beiços.
Se quiséssemos imprimir uma frase de Camus, e tê-la na parede, por sobre a secretária, a Literatura dava-se-nos a todos "sem defesa nua" (ela tem pano para mangas):
- dois perigos espreitam os escritores, o orgulho e o rancor.
Sebastião Alba, in Albas
nuca li nada de jean genet.mas isso não interessa nada, pois é? é uma forma apenas de passar o tempo. andar por aqui a dizer umas banalidades. e afirmar-me como pessoa, claro.
bOM ANO! FELICIDADES!
Dito por: cândida no dia 13 de janeiro 2004, às 17h22