Quem é que abraça o meu corpo
Na penumbra do meu leito?
Quem é que beija o meu rosto,
Quem é que morde o meu peito?
Quem é que fala da morte
Docemente ao meu ouvido?
- És tu, senhor dos meus olhos,
E sempre no meu sentido.
António Botto
um texto para não dizer nada. apenas para sentir.com alguém por perto.
Dito por: arosendo no dia 3 de dezembro 2003, às 23h36no poema: disse o infante a Botto.
de qualquer forma interpretável de outras formas... mais normalizadas.
Dito por: jm no dia 4 de dezembro 2003, às 12h40