© James P. Blair
Park, California, 1983
National Geographic
perder-me no teu caminho...
Dito por: arosendo no dia 15 de novembro 2003, às 22h24se o encontrares... porque eu ainda estou à procura ;)
Dito por: dolphin.s no dia 15 de novembro 2003, às 22h33dolphin.s, se calhar nunca disse:
gosto muito deste Silêncio!
:)))
o Silêncio também gosta da margem e de a ter por cá... e de conversar com ela.... e... :)****
Dito por: dolphin.s no dia 15 de novembro 2003, às 22h56a margem agradece :)
esta imagem deixou-me sem palavras. é demasiado bela.
(há uns meses escrevi, imaginando-me alguma árvore «rebelde sem causa» certamente:
querem-me a seiva arrefecida?
uma casca menos crepitante num tronco menos rugoso,
os ramos domesticados e afavelmente polidos,
os contornos padronizados e prêt-à-porter,
o hino dos passarinhos já incorporado
e folhas automaticamente renováveis,
oscilações pré-programadas às investidas dos ventos,
um menu de opções a escolher mediante as situações,
sem esquecer q.b. de esterilidade para nunca destoar?
e, por fim, um sorriso de gratidão na hora do abate?
é que simplesmente não sabem.
não sabem que à noite os mochos despertam
e vêm meditar aqui o seu próprio universo.
não sabem dos silvos nocturnos, da magia dos
silvos nocturnos, do mistério da escuridão.
não sabem da vida liberta da opressão da luz,
e que os ramos encolhem ou esticam ao sabor
do momento intrínseco de cada.
não sabem que o dia também encerra a noite.)
margem!!! é lindo!!!
Dito por: dolphin.s no dia 15 de novembro 2003, às 23h43agressivo, talvez. dias...
olha, ando cansada, tinha combinado comigo deitar-me cedo hoje (não era durante a semana que devia combinar isso?!)pois... mas vou dormir então.
A beleza da imagem lembrou-me um poema traduzido pelo H. Helder, ainda vou procurar
oração dos indíos Navajos, trad. de Herberto Helder (in Poesia Toda):
"Feliz possa caminhar.
Feliz com abundantes nuvens negras possa caminhar.
Feliz com abundantes chuvas possa caminhar.
Feliz com abundantes plantas possa caminhar.
Feliz por uma senda de pólen possa caminhar.
Feliz possa caminhar.
Como aconteceu em dias distantes possa agora caminhar.
Que defronte de mim seja tudo belo.
Que atrás de mim seja tudo belo.
Que debaixo de mim seja tudo belo.
Que por cima de mim seja tudo belo.
Que derredor de mim seja tudo belo.
Belo belo acaba aqui.
Belo belo acaba aqui."
dorme bem :)
Dito por: dolphin.s no dia 16 de novembro 2003, às 01h05São muitas as direcções possíveis.
Será que são?
Qual, por entre as árvores, é o caminho que deve ser seguido?
E para onde?
Sim, porque temos que ter um destino!
E temos que traçar objectivos, para esse caminho!
E os objectivos são de que tipo?
Foram pensados?
Ponderados?
Cuidadosamente delineados?
Ou surgiram por acaso?
Descuidadamente?
Desordenadamente?
Custa às vezes perceber o que nos reserva a floresta. Ela que tem sido sempre cenário para lendas, para histórias fantásticas ou encantadas.
E nós, nela, como nos devemos posicionar?
Com realismo?
Com uma ponta de sonho?
Com todo o sonho possível?
Com horror?
Com medo?
Com mágoa?
Sem nada disto e "simplesmente" com um vazio?
Com um vazio em nós!
Com um vazio de nós!
Com um vazio que nos enche até chegarmos a sufocar.
E andamos nela com vontade efectiva de seguir sempre em frente ou hesitantemente e sem convicção?
Olhamos em frente, para os lados, para o alto e vemos o quê?
Só árvores? E estas representam ou podem representar o quê?
E nós, somos o quê?
E as sombras existentes? Tolhem-nos? Protegem-nos? Envolvem-nos?
Como nos relacionamos com elas?
E avançamos na floresta...
E a floresta vai passando por entre nós...
E o que há para além da floresta?
Já pensámos nisso?
Pensamos nisso?
E pensamos como?
Porquê?
A que propósito?
Em que momentos?
E como vamos encarar o que está para além da floresta?
O que significa a floresta?
O que significa o que está para além de si?
O que significam os caminhos?
E as sombras?
E as clareiras?
E o sol que perfura as árvores?
Ou que entra, mais abundantemente em espaço aberto?
Ouçamos os nossos passos!
Atentemos aos nossos passos!
Como ecoam?
Como são?
Como se afirmam?
Afirmam-se?!
Paramos...
Voltamos a olhar: em frente, para os lados e para o alto.
O que vemos?
Quais os nossos objectivos?
Que estratégias escolhidas ou utilizadas para os alcançarmos?
(As árvores continuam. Estão lá. A presenciar tudo. A presenciar-nos. E a escutar o que está dentro de nós.)
Sandra
Dito por: Sandra no dia 16 de novembro 2003, às 07h44A esta hora (e imaginemos que o sol está desacorrentado de núvens) já os raios de sol começam a entrar na floresta. Começam a ouvir-se os primeiros sons do dia. Uma brisa percorre o espaço. E nós acordamos. Acordamos de novo para a realidade. E voltamos a pensar tudo outra vez. Tudo outra vez...
Apresenta-se mais claro hoje o caminho que devemos seguir?
E olhamos em frente, para os lados e para o alto...
Sandra
Dito por: Sandra no dia 16 de novembro 2003, às 07h47estive neste sítio, este fds
o frio estava bom
o nevoeiro esbofeteou-me o rosto
o orvalho, lavou-me a alma
os pilares de preto, foram as árvores que prometeram morrer de pé
eu prometi, morrer encostada a elas
Dito por: margarete no dia 17 de novembro 2003, às 10h17A floresta onde habitam deambulantes os meus pensamentos...
:)
Dito por: Conde no dia 20 de novembro 2003, às 14h27é bom ver-te de volta :))
Dito por: dolphin.s no dia 20 de novembro 2003, às 14h37Obrigado pelo apoio! :)
Dito por: Conde no dia 21 de novembro 2003, às 12h08hola, lo siento : no hablo portugues, soy francesa. Me gusta mucho tu pagina, especialmente esta foto... aunque no entiendo tu idioma, estas imagenes son bien pajas, sigues asi!
Dito por: keriabyrnison no dia 13 de fevereiro 2005, às 13h09gracias! :)
Dito por: dolphin.s no dia 14 de fevereiro 2005, às 11h08