
in Dog Dogs, Elliot Erwitt
Publicado por dolphin.s em setembro 15, 2003 01:18 AMGosto sobretudo do chão com motivos ondulantes...Dá ideia de movimento, de vida, de vertigem, de tontura...e da Vida existindo por cima (até se ir afogando)de tudo isso. Porque a "roda-viva" que dai pode provir... engole-nos, sufoca-nos, balança-nos... mas também nos pode acarinhar, fazer adormecer, fazer viajar por espaços... e espaços... e por realidades corpóreas e incorpóreas..., por entre cheiros, através de sons... porque nos permite ziguezaguear, mesmo que nisso tudo, pareça que estamos a dormir...ausentes...longe...tranquilos...em silêncio...ou absolutamente inquietos...sofredores...muito presentes...apenas de olhos fechados...e...igualmente... em...silêncio
Sandra
Dito por: Sandra no dia 15 de setembro 2003, às 20h46Mas tudo em Elliot Erwitt é cheio de vida :))) As fotografias são invariavelmente quentes, têm gente, movimento, pulgas, dias, senhoras com cães dentro de sacos, meninas e pelicanos a olhar um peixe em agonia (essa é tão linda!, o pelicano atrás das miúdas!) :D Os dois tipos que me fizeram viciar na Magnum são E.Erwitt e Henri-monstruoso-Bresson, que também tem vida, mas não sei porquê lembro-o sempre como mais contemplativo e mais distante (Bresson).
O que eu acho lindo em E.Erwitt é mesmo isso, a vida naquelas fotografias, tantos pormenores, tanta confusão, é muito fixe! :)
Dito por: Ana Alves no dia 18 de setembro 2003, às 03h23:)))
tem sempre algo para além daquilo que se apresenta ao primeiro olhar :)